Causas e Sintomas de Diabetes Gestacional – Como Tratar e Controlar

diabetes gestacional

É comum a diabetes gestacional se desenvolver próximo ao 3º trimestre da gestação e desaparecer após o parto. Geralmente os sintomas da diabetes gestacional não são percebidos pela mulher, algumas delas relatam que sentiam sede frequentemente e a visão ficava turva.

O tratamento pode ser realizado utilizando remédios como a insulina ou hipoglicemiantes orais e uma dieta apropriada.

diabetes gestacional

A diabetes mellitus gestacional é curável se o tratamento é adequado e orientado por um médico especialista em diabetes. É importante que o tratamento seja seguido a risca pela paciente.

No entanto, por ter sido portadora da diabetes durante a gravidez, o risco da mulher vir a ter o diabetes mellitus tipo 2 no futuro é maior. Não há um tempo definido, pode reaparecer nos próximos 10 a 20 anos ou caso passe por outra gestação.

Riscos para o bebê

Quando a gestante obtém o diagnóstico da diabetes gestacional, deve necessariamente seguir a recomendação do médico no que diz respeito ao ao tratamento prescrito. Tanto a gestante, quanto o nascituro correm sérios riscos. No bebê, aumentam os riscos em relação:

  • Excesso de peso no nascimento;
  • Nacimento prematuro;
  • Adquirir a síndrome do desconforto respiratório;
  • Hipoglicemia após o nascimento;
  • Diabetes tipo 2 posterior o nascimento;
  • Se não tratada a diabetes gestacional pode levar o bebê ao óbito antes ou após seu nascimento.

Valores de referência

A glicemia de jejum é exame que detecta se a gestante está com diabetes mellitus gestacional. O exame mede o nível de açúcar no sangue naquele instante e servirá para monitorar e acompanhar o tratamento da diabetes gestacional.

O diagnóstico de diabetes gestacional é obtido analisando os valores de referência. Os valores de referência ficam entre 65 a 92 mg/dL (miligramas de glicose por decilitro de sangue).

A análise dos resultados e posterior diagnóstico é realizada da seguinte forma:

  • Resultados entre 92 mg/dL e 100 mg/dL – é considerado anormal, pois estão próximos do limite e sua repetição deve acontecer em outra ocasião;
  • Valores acima de 100 mg/dL – é bastante suspeito um resultado tão alto, mas é preciso repeti-lo em outra ocasião para descartar ou confirmar o diagnóstico.

O exame de glicemia de jejum é realizado para confirmar os resultados da curva glicêmica e para o acompanhamento dos níveis de glicose presente no sangue após uma refeição ou durante um dia.

Sintomas de Diabetes Gestacional

sintomas de diabetes gestacional

Os sintomas da diabetes gestacional são complicados de serem identificados já que a gestante comumente sofre diversas alterações devidas a gravidez e que são semelhantes como:

  • Maior sede e fome;
  • Ganho excessivo de peso;
  • Vontade constante de urinar;
  • Extremo cansaço;
  • Visão turva;
  • Inchaço em pernas e pés;
  • Pode ocorrer cistite ou candidíase frequentemente.

Esses sintomas iniciais de pré-diabetes na gravidez são comuns no decorrer a gestação e por esse motivo o médico deve solicitar o exame de glicose no mínimo três vezes durante a gravidez. Geralmente o primeiro exame é feito na vigésima semana.

Para realizar o diagnóstico o médico solicita o exame de glicemia de jejum, que não pode ultrapassar os 85 mg/dL, e outro exame da curva glicêmica na vigésima segunda semana de gravidez.

Caso a diabetes na gravidez seja diagnosticada, a gestante precisa ser submetida necessariamente ao controle glicêmico em intervalos breves e frequentes.

Tratamento

Caso o quadro da diabetes gestacional seja grave, os níveis de açúcar presente no sangue é bem superior ao normal. O indicado a se fazer a princípio é administrar insulina ou hipoglicemiantes orais para que o nível de açúcar seja mantido em níveis aceitáveis. Outro ponto importante é o controle da alimentação para a manutenção da saúde, no link acima você encontrará os melhores alimentos para diabéticos.

Causas e Sintomas da Diabetes Emocional

sintomas diabete emocional

A medicina já reconheceu o fator emocional como gatilho da doença, estudos indicam a relação entre o estresse e a diabetes emocional.

Para uma pessoa estar saudável é preciso que o seu lado emocional também esteja. Atualmente sabemos que um emocional abalado é um fator que pode levar ao desenvolvimento de diversas doenças, inclusive piorar o quadro das existentes.

Em se tratando da diabetes, não é diferente, o fator emocional pode influenciar negativamente seu desenvolvimento.

sintomas diabete emocional

A Diabetes Emocional Existe?

Como um tipo de diabetes a resposta é não, no entanto, o fator emocional indiretamente pode acionar o desenvolvimento da doença. A diabetes ocorre exclusivamente pelos altos níveis de açúcar no sangue, onde o excesso é comprovado via exames.

A doença pode, sim, ser desenvolvida devido ao emocional abalado. Resumindo: o emocional não é o fator gerador da doença, mas pode atuar como um gatilho em pessoas predispostas a desenvolvê-la.

Há relato de pacientes que adquiriram a doença depois de um caso de síndrome do pânico. Esse evento é conhecido como diabetes emocional, apesar de não ser o fator gerador da doença.

Relação Entre o Emocional e o Desenvolvimento da Diabetes

Existem três casos em que se torna possível o aumento das taxas de açúcar no sangue: quando o total de insulina no sangue é insuficiente, quando o pâncreas não produz insulina ou em casos onde o corpo não consegue absorver a insulina produzida.

Em situações de estresse, o organismo libera hormônios na qual a ação é oposta à ação da insulina, como o cortisol e a adrenalina. Sendo assim, a diabetes emocional pode acontecer indiretamente devido ao estresse crônico, que em diversos casos conduz a pessoa a obesidade, um fator conhecido por aumentar o risco de desenvolver diabetes.

sintomas da diabetes emocional

Sintomas da Diabetes Emocional

O emocional pode atuar de duas maneiras no desenvolvimento da diabetes. Na primeira, a diabetes ocorre após um trauma repentino, como o falecimento de alguém querido ou a demissão do trabalho. Porém, a medicina crê que nessas situações a insulina produzida pelo corpo já apresentava insuficiência, o paciente apresentava pré disposição e desenvolveria a doença cedo ou tarde.

Na segunda forma, o fator que desencadeia a doença é um estresse crônico e prolongado. Esta situação ocorre com pessoas submetidas constantemente ao estresse, o que ajuda para que a doença apareça em pessoas dentro do grupo de risco.

Entre os sintomas comuns do estresse crônico que leva a diabetes emocional, podemos citar:

  • depressão;
  • ansiedade;
  • doença cardiovascular;
  • desânimo;
  • ganho de peso;
  • insônia e privação de sono.

É importante destacar que o diabético, por si só, tem risco mais alto de desenvolver depressão. Existem diversas explicações possíveis para essa conexão, tais como:

  • dores frequente devido a neuropatia diabética;
  • estilo de vida interrompido pela doença;
  • histórico familiar de doença mental;
  • problemas na tireoide;
  • sentimento de solidão devido a doença.

Como Prevenir a Diabetes Emocional

Além de tomar os devidos cuidados com o corpo, alimentação adequada e a prática frequente de exercícios físicos, é extremamente importante o cuidado com o lado emocional, procurando maneiras de aliviar o estresse e gerenciar os traumas psicológicos.

Lembrando que o fator emocional pode desencadear diversas doenças, portanto, é importante estar bem emocionalmente para evitar qualquer doença.

Como Controlar o Diabetes Emocional

como controlar diabetes emocional

Assim como a diabetes mellitus, a diabetes emocional pode ser controlada naturalmente sem o uso de medicamentos. O maior problema que os portadores do diabetes enfrentam atualmente é a falta de conhecimento de médicos e nutricionistas sobre o tema. O Brasil ainda está atrasado com relação aos estudos realizados no exterior.

Mas não se desespere, existem profissionais competentes e que estão atentos a toda produção científica internacional, trabalham para mudar o cenário nacional e fazer com que a informação correta chegue para o maior número possível de pessoas.

Aqui no blog acompanhamos o trabalho do Dr. Rocha, médico especialista em diabetes e presidente do Instituto Nacional de Estudos da Obesidade e Doenças Crônicas (INEODOC). Ele abriu inscrições para um treinamento gratuito sobre diabetes onde passa informações valiosas de como controlar e reverter a doença.

Tratamento e Sintomas do Diabetes Mellitus

sintomas diabetes tipo 1

A diabetes mellitus é uma doença causada pelo excesso de glicose no sangue, sendo dividida em dois tipos: de caráter genético, chamada de tipo 1, e a adquirida ao longo da vida, muitas vezes pelos maus hábitos de alimentação e sedentarismo, chamada de tipo 2.

Como grande parte das doenças, o corpo dá sinais de que algo não vai bem. Ficar atento a esses sintomas da diabetes é fundamental para buscar tratamento o mais cedo possível e assim manter a diabetes controlada.

sintomas diabetes

Quais os Sintomas da Diabetes Mellitus?

– Sintomas da Diabetes Tipo 1:

Um dos sintomas da diabetes tipo 1 é a vontade de ir ao banheiro urinar várias vezes ao dia: caso a necessidade de ir ao banheiro esteja ocorrendo com muita frequência e aparentemente sem nenhuma explicação, é provavelmente um sinal de alteração no nível de açúcar. Muita sede e fome frequentes também são sintomas de diabetes.

Um outro sintoma da diabetes tipo 1 é a perda de peso, mesmo nos casos em que a pessoa esteja sempre com fome, ou seja: o paciente está constantemente com fome, come alguma coisa e mesmo assim emagrece. Isso caracteriza um sinal de alerta, bem como alterações de humor, nervosismo, fraqueza e fadiga.

O estômago é também afetado em casos de diabetes: náuseas e vômitos, aparentemente sem motivo, podem demonstrar que existe um problema com as taxas de açúcar. Os sintomas comuns da diabetes tipo 1 ocorrem de forma bastante rápida.

sintomas diabetes tipo 1

É importante se atentar à cetoacidose diabética, uma complicação da diabetes tipo 1 que pode ser o primeiro sintoma, em alguns casos, em indivíduos que ainda não sabem que são diabéticos. Na cetoacidose não chegam energia até as células, devido a falta de insulina, e passam a queimar gordura. No entanto, a energia obtida não é suficiente e acabam produzindo muitos ácidos.

Os sintomas mais comuns são hálito frutado, cetonas na urina, dificuldade para respirar, náuseas, dor abdominal, vômitos e confusão mental. É necessário ter cuidado, pois a cetoacidose tem chances de conduzir o paciente ao coma e à morte. Ao menor indício, deve-se procurar um médico especialista em diabetes.

– Sintomas da Diabetes Tipo 2:

Os sintomas da diabetes tipo 2, também conhecida como diabetes adquirida, englobam a ocorrência de infecções frequentes, como de pele, de bexiga (infecção urinária) e rins. Caso o quadro de infecção seja recorrente, é indicado investigar se o motivo não é a diabetes.

Nesse caso, é normal o aparecimento de  algumas doenças como candidíase, tanto em mulheres como em homens, um tipo de infecção causada pelo fungo Candida albicans que geralmente aparece na língua, boca, pênis ou vagina. Outra doença que pode ocorrer é a acantose nigricans, uma doença de pele rara que causa manhas (pele escurecida), deixa a pele grossa e rugosa e costuma atingir o pescoço, as axilas e virilhas.

sintomas de diabetes tipo 2

 

Outro sintoma da diabetes tipo 2 é o surgimento de furúnculos e de feridas onde a cicatrização é lenta. Os olhos também precisam de cuidados: visão embaçada, em conjunto com outros fatores, formam um sintoma tanto da diabetes tipo 2 como do tipo 1.

Sintomas como formigamento nos pés pode ser um indício de diabetes. Além disso, existem alguns sintomas relacionados entre a diabetes mellitus tipo 1 e 2: a vontade de urinar frequente, a fome frequente e a sede (boca seca) que não passa. A tontura pode ser sentida em casos de hipoglicemia, níveis baixos de açúcar (glicose) no sangue, e também de hiperglicemia, organismo com altos níveis de açúcar.

Os sintomas da diabetes tipo 2 surgem gradativamente. É preciso esclarecer que um sintoma apenas não é o suficiente para diagnosticar: é preciso a presença de vários sintomas para que a suspeita de diabetes seja confirmada e seja iniciada uma investigação através de exames, como Hemoglobina glicada, Glicemia em jejum e Curva glicêmica.

– Sintomas da Diabetes Gestacional:

A diabetes na gravidez é o tipo menos comum da doença, ocorre no período da gestação. Os sintomas e sinais da doença são praticamente os mesmos do tipo 1 e 2, podemos citar:

  1. sede excessiva (boca seca);
  2. visão embaçada (turva);
  3. infecções;
  4. vontade de urinar frequente;
  5. aumento do peso corporal.

Como Reverter os Sintomas da Diabetes?

A alimentação e diabetes estão diretamente relacionados, infelizmente a grande maioria dos diabéticos não utilizam a alimentação adequadamente para controlar a diabetes. Todavia, a chamada alimentação inteligente baseada em estudos com comprovação científica pode ajudar a estabilizar a doença e consequentemente o paciente diabético terá uma vida normal.

No link a seguir, você pode saber mais sobre alimentos funcionais que ajudam a manter o índice glicêmico estável naturalmente e controlar a diabetes.

Pré Diabetes

dieta pré diabéticos

Antes de ser constatado o diabetes, ocorre uma situação que é conhecida como pré-diabetes. Ela deve servir como um alerta a fim de que se evite o desenvolvimento da doença.

Para obter o diagnóstico da pré diabetes é necessário realizar exame de sangue. É extremamente simples e possibilita que os níveis de glicose no sangue seja avaliado quando o paciente ainda está em jejum e obtido o diagnóstico.

dieta pré diabéticos

Se a pessoa está na pré-diabetes significa que a glicose não está sendo aproveitada adequadamente, além disso, o que não está sendo utilizado está se acumulando no sangue. Porém, isso ainda não caracteriza o diabetes. Para que o indivíduo seja considerado pré-diabético é necessário que os valores de glicemia em jejum estejam oscilando entre 100 e 125 mg/dl.

Para ser diagnosticado como diabético esse valor tem que estar acima dos 126 mg/dl.

Se a pessoa demonstra aumento nos valores da glicose no sangue e ainda apresenta um acúmulo de gordura na região do abdome a chance de se tornar diabético tipo 2 ou ter um infarto cresce consideravelmente.

Aqueles que possuem tendência genética e familiar, está acima do peso, não pratica atividades físicas e tem uma alimentação baseada em alimentos hipercalóricos precisam ficar alertas, pois são essas as possíveis razões do pré-diabetes.

O diabete tipo 2 é uma doença multifatorial causada por diversos fatores e isso também ocorre com a pré-diabetes.

Pré-Diabetes Tem Cura?

O diabetes em si não tem cura, porém, o pré-diabetes tem cura porque o nível de glicemia no sangue pode ser normalizado depois que o paciente começar a seguir um tratamento adequado e adota um estilo de vida saudável.

Os resultados são ainda melhores quando o paciente além de controlar a glicemia, adota a pratica regular de exercícios físicos.

Assisa abaixo o vídeo sobre a reportagem do Programa Domingo Espetacular que revela como pacientes estão revertendo a doença naturalmente:

Depois de seguir essas recomendações é possível curar a pré-diabetes. Porém, depois do objetivo ser alcançado é muito importante manter esse novo estilo de vida saudável, para que os níveis de glicemia não tornem a se elevar.

Dieta para Pré-Diabetes

Caso o exame de glicose realizado em jejum diagnostique níveis com valores entre 100 mg/dl e 125 mg/dl e depois de uma refeição se eleve para algo entre 140 mg/dl e 199 mg/dl é considerado que esse indivíduo está pré-diabético.

Nesse momento é crucial não se assustar, mantenha a calma, pois esse quadro pode ser tranquilamente controlado revertido através de uma dieta par pré diabéticos.

alimentos para pré diabéticos

O paciente que está pré-diabético não deve ingerir alimentos de alto índice glicêmico, fontes de carboidratos que são rapidamente absorvidos pelo organismo, como:

  • Chocolate, biscoito, bolo (farinha branca em geral);
  • Massas, mel e refrigerante.

Os alimentos que é bom evitar e não são aconselhados são:

  • Castanha, banana, pão branco, batata, arroz;
  • Caqui, manteiga, mamão papaia e enchidos.

Já os alimentos a seguir podem ser consumidos em uma dieta para pré diabéticos sem grandes problemas:

  • Lentilhas, favas, ervilhas, grãos, feijão, macarrão;
  • Frutas maduras, hortaliças, vegetais, carnes magras, peixe, pão integral.

Pode-se utilizar o azeite como tempero e os alimentos de cor verde-escuro, alaranjado ou vermelho são opções excelentes, já que são ricos em antioxidantes. No lanche recomenda-se que a opção seja de chás e uma fruta com índice glicêmico baixo.

É necessário evitar os bolachas, pães e café. Outra coisa importante é a pratica de exercícios físicos no mínimo 2 vezes na semana e não permanecer em jejum períodos maiores que 4 horas.

Nesse link você encontra uma lista dos melhores alimentos para consumir diariamente.

Tratamento para Pré-Diabetes

O tratamento para pré-diabetes é crucial para que ela não se desenvolva e vire diabetes. O primeiro ponto é controlando a alimentação com uma dieta para pré diabéticos.  Estar sempre atento aos níveis de glicose, pressão arterial e praticar exercícios físicos regularmente como caminhar, por exemplo.

dieta para diabéticos

Na dieta para diabéticos devem ser adicionado alimentos ricos em fibras solúveis como a farinha de maracujá e deve-se consumir diariamente folhas na cor verde-escuro visto que são excelentes maneiras de se combater o açúcar em excesso no sangue.

Adotando essas estratégias será possível tratar a pré diabetes, evitar que o quadro progrida e a diabetes se desenvolva.

Em alguns casos o médico pode receitar medicamentos para o controle da glicemia no sangue como por exemplo, a Metformina cuja dose é ajustada de acordo com a necessidade.

Pacientes diagnosticados com pré-diabetes e que estão com sobrepeso devem perder em torno de 5% a 7% do peso corporal. Isso permitirá uma melhora metabólica extremamente importante.

O médico especialista em diabetes, Dr. Rocha, desenvolveu um tratamento inovador que mudou a vida de milhares de pacientes que buscavam o controle da diabetes. Faça a sua inscrição, é grátis!

Tratamento Nefropatia Diabética – Fisiopatologia e Sintomas

tratamento nefropatia diabetica

Diversos são os problemas de saúde possíveis decorrentes da diabetes, por isso ela é uma doença que necessita de muitos cuidados. Um dos agravantes que o portador de diabetes pode ter, principalmente se o tipo da diabete for Melittus Tipo 1, é a chamada nefropatia diabética. Essa doença traduz-se em problemas nos vasos sanguíneos do rim e a consequente excreção de proteínas através da urina.

O rim é o órgão incumbido de filtrar as substâncias do corpo, excretando, através da urina, as que não serão aproveitadas, como por exemplo, as toxinas. O trabalho do rim é extremamente importante para a manutenção da saúde do corpo e, dessa forma, é preciso ficar atento alguns fatores que podem indicar a ocorrência de nefropatia diabética, que prejudica a filtragem realizada pelo rim.

Nefropatia Diabética Sintomas

É importante notar as características da urina, uma vez que a presença de espuma pode indicar que algotratamento nefropatia diabetica não vai bem no funcionamento do rim. Outro sintoma que tende a ocorrer no começo da doença é a pressão arterial elevada. Esse é um perigoso quadro e que precisa ser monitorado, já que pode facilitar o desenvolvimento de uma insuficiência renal avançada.

Outra maneira de constatar o surgimento da nefropatia diabética é realizar um exame de urina chamado microalbuminúria. A albumina é uma substância que está naturalmente presente em nosso corpo. No entanto, no caso de nefropatia diabética pode ser que haja um pouco dessa substância na urina. Se a doença estiver em estágio mais avançado, poderá ser encontrada também na proteína da urina, ureia e creatinina no sangue. Esses resultados evidenciam a nefropatia.

Nefropatia Diabética Tratamento

Depois de obtido o diagnóstico, o tratamento é fundamentado no controle da diabetes, do colesterol, do peso e da pressão arterial. Ademais o uso de medicamentos que impeçam o avanço da nefropatia diabética. Quanto antes for constatado o diagnóstico, maior será a chance de êxito na redução do problema. No entanto, o melhor é a prevenção do surgimento da doença do que ter que cuidar e tratar depois de desenvolvida.

nefropatia diabéticaA prevenção da nefropatia diabética é realizada através do cuidado e atenção a glicose, mantendo-a em níveis adequados e essa manutenção acontece através do uso de medicamentos, como insulina, e também da alimentação indicada pelo médico especialista em diabetes. É crucial seguir à risca as orientações médicas.

Infelizmente, pode ser que a função renal fique muito comprometida, o que deixa mais difícil o tratamento. Nesses casos, é necessário recorrer a um método bastante difundido: a hemodiálise. Esse tratamento se tradez no uso de um aparelho que faz o papel do rim: ela remove o sangue, filtra-o, eliminam-se as impurezas e ele é reposto limpo ao organismo. Em casos extremos, um caminho viável é a execução de um transplante de rim.

É muito importante deixar claro que a prevenção e o tratamento precoce são cruciais. Sendo assim, os portadores de diabetes, especialmente a Melittus Tipo 1, precisam ter acompanhamento médico constante e e não negligenciar os cuidados com a alimentação e com os medicamentos, para prevenir o aparecimento dessa doença extremamente complicada.